A gigante japonesa não cessa a luta contra a pirataria no seu console, recentemente a empresa intimou o hacker George Hotz, geohot, e a equipe “fail0verflow”, que destravaram o PS3, e agora vem tentando também punir os usuários dos hacks.
Tudo começou quando a Sony retirou a função “OtherOS”, que, como o próprio nome já diz, permitia a instalação de outro sistema operacional no console, geralmente Linux, e consequentemente a execução de homebrew´s. O que para a Sony era uma ameaça.
Com isso a comunidade hacker, que estava satisfeita em rodar seus programas através do “OtherOS”, concentrou seus esforços em achar uma nova forma de fazer isso, o que resultou no destravamento do videgame.
O objetivo de Hotz e da “fail0verflow” pode até não ser a execução de jogos piratas, como eles afirmam, mas abriu espaço para que isso acontecesse.
Para tentar combater tudo isso, a Sony vem agora punindo os usuários. Segundo relatos, consoles “hackeados” podem ser banidos mesmo sem conexão com a PSN, isso é possível pelo fato de que durante o “boot” do sistema, informações são enviadas para servidores da empresa, que tem como identificar se o console é ou não desbloqueado e bani-lo caso seja.
Outra iniciativa é a investigação para identificar jogadores que usam homebrew´s para liberar troféus dos jogos, sem de fato os ter conquistado. Possivelmente estes usuários também serão banidos.
Saiba mais sobre o PS3 Unlocker, homebrew que libera troféus

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